Canta-me passarinho
Flávio Pereira
Este poema retrata a história de um homem sonhador que ao morrer tinha um sonho, e este sonho virou um pedido quando este homem morre a céu aberto e vê um passarinho antes da morte a voar, assim lhe recitou:
Canta-me passarinho
Deixa-me nascer como tu
Viver á luz dos astros
Ser vivo vivendo nu
Agora mais um capítulo encerra
Estou farto de ser homem
Sentir o chão que me ferra
Sentir os seres que me comem
Lá no fundo sei bem
Que a alma não morrerá
Deixa-me tu, ser passarinho
Deixo que sejas papá
Homem morto
não é mais lembrança
Passarinho é em todo o seu ser
Criador de forte esperança
Que outrora no mundo fará viver
Estou morto, inválido pela terra
Preso a um futuro passado
Deixa-me voar, passarinho
Sentir o prazer de ser alado
E se houver quem não me entenda
Serei por todo eu próprio
Deixado no ar sem emenda
Livre como se fora mórbido
O que será que o passarinho pensara e fizera???
Deixo primeiro que me digam
she can fly, can imagine
she can lots of things
when a book is on the children hands
...The magic of her mind and heart begins
Her sword is the word
Her protection is us
Not forgetting his lord
But no one more in her castle have a word in her story rings
Every world she invented
Every world she dreams to be
The stories in the worlds planted
Are always more we can see.
By Young Poet Falvio Pereira
Lamento:Oh portugal
Oh portugal que calor te atormenta
Não há fuga outra que a água não seja sua sustenta
Não há calor a mais para onde fugir
Desde o norte até ao nobre algarve as temperaturas tendem a subir
E se o maximo foi 41 graus
Com os incêndios que apareçem
Não há povo que não fique mal
Ou populares que em si pereçem
Oh velho e nobre Portugal
Teu calior não se aguenta
E para pior tormenta
400 fogos no gera
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